Quebrar padrões
Gosto de gente que questiona o jeito tradicional de fazer as coisas e não aceita um “sempre foi assim” como resposta.
Sou um homem que transformou a curiosidade em hobby, o hobby em trabalho e o trabalho em objetivo. Alguém que ainda tenta descobrir como construir coisas cada vez maiores.
O código me ensinou a construir.
As pessoas me ensinaram o que construir.
Antes de ser programador, eu era curioso. Jogava, lia, gostava de ficção e fantasia e passava muito tempo tentando entender como as coisas funcionavam.
Aos dezesseis anos comecei a programar. E me divertia. Codava, ajudava meus colegas, ensinava o que aprendia e aprendia com quem sabia mais.
Quando terminei a escola, veio aquela sensação que muita gente conhece: e agora?
Iniciei a faculdade, dei aulas, prestei suporte, fiz manutenção, programei e passei por diferentes trabalhos. Fui conhecendo o mercado e, aos poucos, comecei a perceber que havia algo faltando.
O ambiente corporativo muitas vezes parecia esquecer o próprio homem. Processos importavam mais que pessoas, interesses mais que relações e dinheiro mais que propósito. Eu não queria passar a vida apenas cumprindo uma função dentro de uma máquina que não sentia como minha.
Então me desprendi um pouco disso. Fui para um lugar que, à primeira vista, parecia estar abaixo de onde eu queria chegar.
Entrei no ramo comercial, mais precisamente no setor de autopeças. Foi ali que comecei a entender outra coisa: pessoas.
Aprendi a ouvir, vender, negociar, perceber necessidades, lidar com diferentes personalidades e entender o que faz alguém confiar em outra pessoa. Também descobri um enorme gosto pelos carros, não apenas como objetos, mas pela parte técnica, pela mecânica e por tudo o que existe ao redor deles.
Hoje estou em uma nova etapa. Trabalho no setor comercial, enquanto continuo atuando como desenvolvedor autônomo.
No fim, talvez eu não tenha me afastado tanto do código.
Apenas fui descobrir quem estava do outro lado dele.
Eu não acredito que software resolva tudo.
Um sistema não conserta sozinho um processo ruim. Uma automação não substitui alguém disposto a fazer acontecer. E tecnologia nenhuma salva uma ideia que não tem propósito.
Mas quando existe um sonho, um objetivo e alguém disposto a construir de verdade, a tecnologia pode ser uma ferramenta absurda.
É aí que eu quero estar.
Não quero apenas entregar software. Quero fazer parte de algo que tenha vontade de crescer.
Gosto de gente que questiona o jeito tradicional de fazer as coisas e não aceita um “sempre foi assim” como resposta.
Resultado não aparece por mágica. Quero trabalhar com quem entende que software é parte de um processo maior.
Gosto de quem tem uma ideia, coloca energia nela e está disposto a fazer o trabalho necessário para transformá-la em realidade.
Quero que você me veja como alguém que está do seu lado.
Alguém que entende o problema, pensa junto, constrói, questiona quando precisa e ajuda a encontrar o caminho.
Se o meu trabalho fizer sua empresa ganhar dinheiro, alimentar sua família, pagar seus funcionários melhor ou simplesmente tornar sua vida um pouco mais fácil, então eu fiz algo que valeu a pena.
Quero ser um dos pilares daquilo que você está construindo.
Quero ser grande.
Quero construir coisas que importem. Quero fazer um trabalho que tenha valor. Quero viver uma vida que tenha significado.